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ENSINO A DISTÂNCIA(EAD)- 10 DICAS PARA OBTER SUCESSO

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A Associação Educacional Cearense – AEC publica este artigo originalmente publicado no site http://www.topuniversities.com/ por Marie Field  e traduzido por Renato Vieira que o publicou no informativo CM News. Trata-se das vantagens de se estudar a distância. Desfrutem pois é bastante interesante.

10 principais dicas para se obter um ensino a distância de sucesso
Fonte: http://www.topuniversities.com/

15/02/2008 08:58h – As vantagens do ensino a distância são muito evidentes. Existem diversas razões pelas quais você possivelmente não queira ou simplesmente não tenha condições de sair de seu país, cidade, ou lar. O ensino a distância é mais acessível, do ponto de vista financeiro, do que freqüentar uma universidade tradicional de ponta, uma vez que você não terá as preocupações com gastos tais como, viagens, moradia, etc. E desde que você mantenha seu foco, sua motivação, e mantenha os estudos como prioridade, você poderá efetuar todo o trabalho necessário, de uma maneira satisfatória, no conforto de seu próprio lar.
Estudos revelaram que a taxa de evasão do ensino a distância é aproximadamente 15% mais alta do que a taxa de evasão associada ao ensino nas universidades tradicionais, por isso, a QS Top Universities elaborou algumas dicas para garantir que você obtenha sucesso na escolha de seu curso de ensino a distância.

Procure saber sobre os materiais utilizados no curso com antecipação e prepare-se:
Esteja você fazendo uma única aula via ensino à distância ou completando seu curso de bacharelado online, você deveria estar preparado antecipadamente para utilizar seus materiais. Obviamente, você terá que acessar um computador com certa regularidade. Familiarize-se com os programas eletrônicos utilizados dentro do curso e adquira os livros relacionados em sua primeira lista de leitura.

Certifique-se de que o acesso à internet esteja adequado:
Nada é pior do que passar o primeiro ano de seu curso online tentando obter uma conexão via internet satisfatória. Caso seu provedor não lhe forneça o suporte necessário, procure um provedor melhor antes do início do curso.

Desenvolva uma agenda de estudos e faça dela uma rotina:
Você saberá, ao olhar a carga de seu curso, se ele será de 4 ou de 35 horas semanais. Mantenha-se firme em sua rotina de estudos para manter-se sempre no mesmo ritmo, cumprindo os prazos, e finalmente obtendo o sucesso.

Crie um ambiente de trabalho:
Acredite se quiser, mas o ambiente a sua volta exerce influência fundamental em seu aprendizado. Crie para si mesmo um ambiente livre de ruídos externos, que seja confortável e com luz adequada. Torne esse ambiente seu espaço de aprendizado e nada além disso.

Defina suas metas:
Defina metas e lute para alcançá-las. Seu primeiro objetivo pode ser simplesmente organizar sua carga de trabalho e isso já é um excelente início quando você começa a estudar para seu programa de graduação. Mas continue definindo metas cada vez maiores para si mesmo, ao passo que você avança, como por exemplo: fazer bacharelado!

Não espere até o último minuto:
Assim como em qualquer outro curso, é mais do que sábio não postergar a elaboração de seus deveres de casa. No ensino a distância, você precisa manter em mente que você esta dependendo totalmente na tecnologia para enviar os seus trabalhos. Não espere até o último minuto para finalizar e enviar um projeto, pois nunca se sabe o que a “tecnologia-passível-de-colapsos” pode lhe reservar.

Mantenha contato com seu instrutor regularmente:
Esteja em constante conexão com seu instrutor e questione-o/a ela com relação às possíveis dúvidas que lhe possam surgir. É aconselhável também, que você compartilhe sua progressão com outras pessoas.

Faça provas simuladas:
A prática leva a perfeição. Marque o tempo que você leva nos exames simulados, só assim você poderá ter a noção exata do tempo que você levará para efetuar as provas válidas.

Crie ou junte-se a um grupo de estudos:
Duas cabeças pensam melhor do que uma. Muitos cursos de ensino a distância online podem juntá-lo ao outros alunos. Se não for o caso do seu curso, entre em contato com seu instrutor e peça a ele/ela que o inclua em algum grupo de estudos com outros alunos. Assim, seu grupo poderá se encontrar no mundo real, pela internet ou por telefone. Um grupo de estudos pode mantê-lo com a motivação alta. Mas é claro, isso não se compara a escolher organicamente seus colegas de estudos, assim como é feito nas universidades tradicionais, mas isso ainda pode valer a pena, tanto no âmbito acadêmico quanto social.

Recompense a si próprio:
Você nunca é velho demais para uma recompensa. Prometa a si mesmo que se você alcançar suas metas de aprendizado dentro do tempo que você determinou, você se presenteará com aquela blusa que você queria ou com um ingresso para essa ou aquela apresentação. A motivação geralmente surge mais facilmente quando você visualiza uma compensação futura. Em longo termo, sua compensação será a graduação de seu curso, mas em curto termo, essas auto-recompensas são muito estimulantes. Ter algo a se esperar, irá muito provavelmente, mantê-lo dedicado.

Marie Field

Traduzido por Renato Vieira

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

A Associação Educacional Cearense – AEC, com seus cursos a distância, qualificação profissional e cursos de informática publica esta matéria veiculada no Jornal Nacional da Rede Globo no dia 10/12/2007 sobre um estudo do IPEA sobre a falta de qualificação profissional de nossos estudantes e trabalhadores. Como qualificação profissional sempre foi uma preocupação da AEC este artigo é muito importante para o conhecimento de nossos usuários.

Rede Globo – Jornal Nacional, 10/12/2007
Falta de qualificação preocupa
Um estudo do Ipea, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, mostra que é necessário melhorar o nível da educação para que menos gente dependa dos programas sociais do governo. A falta de qualificação dos estudantes e dos trabalhadores no Brasil é motivo de preocupação para os economistas ligados ao governo. Um estudo do Ipea, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, mostra que é necessário melhorar o nível da educação para que menos gente dependa dos programas sociais. Lucas Mendes Júnior viveu do dinheiro do seguro-desemprego nos últimos cinco meses. Mas durante esse período não recebeu treinamento para se adequar às exigências do mercado de trabalho. Sem nada novo para oferecer, Lucas repetiu a rotina de bater em muitas portas para ouvir o que já sabia: “Emprego tem bastante, mas falta especialização”, disse ele. Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a falta de preparo do trabalhador leva a uma alta rotatividade do mercado, o que aumentou em 14% o número de pedidos do seguro-desemprego no ano passado em comparação com 2005 e aponta: o grande desafio do governo é ir além do assistencialismo Para o Ipea, as . políticas sociais estão no caminho certo. Cita o aumento real do salário mínimo, o Bolsa-Família e a inclusão de empregados domésticos na previdência como exemplos. Mas alerta para a necessidade de o governo capacitar para o mercado de trabalho quem hoje recebe ajuda financeira. “As políticas sociais agem no entorno das condições de vida da população. Agora elas, por si só, não geram emprego”, explicou o vice-diretor do Ipea, José Celso Cardoso. O especialista em educação Cláudio Moura e Castro defende uma alternativa para melhorar o nível do trabalhador. “O ensino técnico, o ensino voltado pra uma profissão, tem muito sentido. Ele é essencial”. Aí entra uma outra preocupação do Ipea: a qualidade da educação. Quase 100% das crianças têm acesso ao ensino fundamental. O governo investe por ano em educação 4% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil. Segundo o Ipea, deveria investir 6%. Mais dinheiro para melhorar os salários dos professores e a formação dos alunos, que vão para o mercado de trabalho, cada vez mais exigente. “Ele quer uma pessoa que tenha bom senso, que tenha lógica de raciocínio, pessoa que saiba trabalhar em grupo, que saiba se comunicar, que entenda o que é comunicado a ela, que entenda o que lê”, disse o economista José Pastore.
O ministro da Educação Fernando Haddad aumentou os investimentos no ensino profissionalizante e já foi aprovado uma lei que garante melhores salários aos professores. “Um piso nacional muito acima do atual, que é o salário mínimo”. Para o Ipea, nenhuma política assistencialista vai dar resultado a longo prazo se a economia brasileira não crescer ao menos no nível registrado neste ano, gerando emprego para quem está fora do mercado de trabalho. O governo deve aproveitar o crescimento para reduzir as desigualdades regionais e o assistencialismo. O senador Aloizio Mercadante, uma das lideranças do PT no Senado, concorda. “A mais importante política de inclusão social é o emprego, é a carteira de trabalho assinada, e ela só vem se tiver crescimento econômico acelerado. Nós geramos oito milhões de empregos nestes quatro anos e só vamos ter crescimento acelerado se tiver investimento. Por isso, o governo tem que preservar o investimento dentro do orçamento da União”.