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MESTRADO A DISTÂNCIA PODERÁ SER RECONHECIDO PELA CAPES

segunda-feira, 2 de junho de 2008

A AEC publica este artigo da Profa. Dra. Terezinha Chaves, a respeito do anuncio feito pelo Secretário de Educação a distância do MEC em evento no Rio Grande do Sul, sobre o possivel reconhecimento pelo MEC/Capes dos cursos de Mestrado a Distância. Isto representará um grande impulso nos cursos de EAD e atenderá os anseios de vários profissionais no Brasil que aguardam esta possibilidade ansiosamente.

 

Para o MEC a Educação a Distância já e possível. Este foi o anuncio publicado em 23/04/2008 pelo Secretário de EAD em abertura de evento no Rio Grande do Sul.

            O anúncio da expansão da educação a distância para cursos de mestrado foi o grande destaque da cerimônia de abertura do V ESUD (Congresso Nacional de Educação Superior a Distância), realizada na noite da última terça-feira, 22 de abril, em Gramado no Rio Grande do Sul. Durante a sessão solene, o Secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky, afirmou que a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) já está preparada para receber propostas de universidades para a criação de cursos de pós-graduação stricto sensu a distância.

            “A Capes irá fazer uma avaliação dos projetos encaminhados de acordo com os moldes tradicionais. Seu principal critério será manter o padrão de qualidade do ensino”, disse o secretário. Na opinião de Bielschowsky, a novidade abrirá mais uma porta para a educação a distância no país. “Esse era o elemento que faltava para a consolidação desta modalidade de ensino no Brasil. A partir de agora, a EAD passa a integrar todos os níveis de educação”, destaca.

            O secretário abriu a série de discussões sobre EAD no país ao conduzir a palestra magna “Análise da Política e Educação a Distância”. Segundo ele, no Brasil, embora a modalidade de ensino já estivesse bem consolidada no Ensino Médio por meio de programas da TV aberta com o Telecurso 2000, sua inserção no Ensino Superior era fraca, portanto, o grande desafio a ser vencido. “Foi preciso muito trabalho para convencer a desconfiada comunidade acadêmica sobre a qualidade do sistema de ensino a distância. Tarefa que cumprimos com êxito”, ressalta.

            De acordo com Bielschowsky, prova deste sucesso são os resultados obtidos por alunos de cursos de graduação a distância em exames de avaliação como o Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Em 2007, o Enade revelou que os estudantes de cursos a distância se saíram melhor do que alunos de cursos presenciais em 7 das 13 graduações avaliadas. Nos outros seis cursos as notas dos grupos foram semelhantes.

            O secretário ressalta que 2007 foi um ano excepcional para a modalidade no Brasil, com avanços qualitativos e quantitativos.”Dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) demonstram a permanente expansão do sistema. De 2003 a 2006, o número de cursos de graduação a distância cresceu 571%. Pela primeira vez, desde o surgimento da educação a distância no Brasil, há mais estudantes inscritos em cursos de graduação do que de especialização na modalidade”, comemora ele.

            De acordo com informações apresentadas na edição 2008 do Anuário Estatístico de Educação Aberta e a Distância da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância) – lançado durante o seminário – hoje, há 349 cursos de graduação a distância credenciados no MEC com 435 mil alunos. Já a pós-graduação lato sensu mantém 255 cursos nessa modalidade, com 390 mil alunos inscritos.

 

            “Os índices indicam uma mudança de perfil na modalidade de ensino, tradicionalmente aceita e difundida nas especializações e nas extensões universitárias”, destaca Bielschowsky.

            Na opinião do secretário, o desafio agora passa a ser a manutenção da qualidade dos programas a distância. “Temos de promover ações para garantir a continuidade do bom nível de formação nos cursos de EAD”, alertou. Segundo ele, o governo já faz sua parte com o credenciamento, o reconhecimento e a supervisão dos cursos e das instituições de Ensino Superior. “Neste processo, porém, é preciso contar com a colaboração de toda a comunidade” diz.

Assim, diante dos quinze anos vividos em EAD, caminhamos para uma flexibilização forte de cursos, tempos, gerenciamento, interação, espaços, metodologias, avaliação, tecnologias, possibilitando a experimentar pessoalmente e institucionalmente novos modelos de cursos, de aulas, de técnicas, de pesquisa, de comunicação. Todas as universidades e organizações educacionais, em todos os níveis, precisam experimentar como integrar o presencial e o virtual, garantindo a aprendizagem significativa. É importante que os núcleos de educação a distância das universidades saiam do seu isolamento e se aproximem da oferta dos mestrados a distância.

ENSINO A DISTÂNCIA(EAD)- 10 DICAS PARA OBTER SUCESSO

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A Associação Educacional Cearense – AEC publica este artigo originalmente publicado no site http://www.topuniversities.com/ por Marie Field  e traduzido por Renato Vieira que o publicou no informativo CM News. Trata-se das vantagens de se estudar a distância. Desfrutem pois é bastante interesante.

10 principais dicas para se obter um ensino a distância de sucesso
Fonte: http://www.topuniversities.com/

15/02/2008 08:58h – As vantagens do ensino a distância são muito evidentes. Existem diversas razões pelas quais você possivelmente não queira ou simplesmente não tenha condições de sair de seu país, cidade, ou lar. O ensino a distância é mais acessível, do ponto de vista financeiro, do que freqüentar uma universidade tradicional de ponta, uma vez que você não terá as preocupações com gastos tais como, viagens, moradia, etc. E desde que você mantenha seu foco, sua motivação, e mantenha os estudos como prioridade, você poderá efetuar todo o trabalho necessário, de uma maneira satisfatória, no conforto de seu próprio lar.
Estudos revelaram que a taxa de evasão do ensino a distância é aproximadamente 15% mais alta do que a taxa de evasão associada ao ensino nas universidades tradicionais, por isso, a QS Top Universities elaborou algumas dicas para garantir que você obtenha sucesso na escolha de seu curso de ensino a distância.

Procure saber sobre os materiais utilizados no curso com antecipação e prepare-se:
Esteja você fazendo uma única aula via ensino à distância ou completando seu curso de bacharelado online, você deveria estar preparado antecipadamente para utilizar seus materiais. Obviamente, você terá que acessar um computador com certa regularidade. Familiarize-se com os programas eletrônicos utilizados dentro do curso e adquira os livros relacionados em sua primeira lista de leitura.

Certifique-se de que o acesso à internet esteja adequado:
Nada é pior do que passar o primeiro ano de seu curso online tentando obter uma conexão via internet satisfatória. Caso seu provedor não lhe forneça o suporte necessário, procure um provedor melhor antes do início do curso.

Desenvolva uma agenda de estudos e faça dela uma rotina:
Você saberá, ao olhar a carga de seu curso, se ele será de 4 ou de 35 horas semanais. Mantenha-se firme em sua rotina de estudos para manter-se sempre no mesmo ritmo, cumprindo os prazos, e finalmente obtendo o sucesso.

Crie um ambiente de trabalho:
Acredite se quiser, mas o ambiente a sua volta exerce influência fundamental em seu aprendizado. Crie para si mesmo um ambiente livre de ruídos externos, que seja confortável e com luz adequada. Torne esse ambiente seu espaço de aprendizado e nada além disso.

Defina suas metas:
Defina metas e lute para alcançá-las. Seu primeiro objetivo pode ser simplesmente organizar sua carga de trabalho e isso já é um excelente início quando você começa a estudar para seu programa de graduação. Mas continue definindo metas cada vez maiores para si mesmo, ao passo que você avança, como por exemplo: fazer bacharelado!

Não espere até o último minuto:
Assim como em qualquer outro curso, é mais do que sábio não postergar a elaboração de seus deveres de casa. No ensino a distância, você precisa manter em mente que você esta dependendo totalmente na tecnologia para enviar os seus trabalhos. Não espere até o último minuto para finalizar e enviar um projeto, pois nunca se sabe o que a “tecnologia-passível-de-colapsos” pode lhe reservar.

Mantenha contato com seu instrutor regularmente:
Esteja em constante conexão com seu instrutor e questione-o/a ela com relação às possíveis dúvidas que lhe possam surgir. É aconselhável também, que você compartilhe sua progressão com outras pessoas.

Faça provas simuladas:
A prática leva a perfeição. Marque o tempo que você leva nos exames simulados, só assim você poderá ter a noção exata do tempo que você levará para efetuar as provas válidas.

Crie ou junte-se a um grupo de estudos:
Duas cabeças pensam melhor do que uma. Muitos cursos de ensino a distância online podem juntá-lo ao outros alunos. Se não for o caso do seu curso, entre em contato com seu instrutor e peça a ele/ela que o inclua em algum grupo de estudos com outros alunos. Assim, seu grupo poderá se encontrar no mundo real, pela internet ou por telefone. Um grupo de estudos pode mantê-lo com a motivação alta. Mas é claro, isso não se compara a escolher organicamente seus colegas de estudos, assim como é feito nas universidades tradicionais, mas isso ainda pode valer a pena, tanto no âmbito acadêmico quanto social.

Recompense a si próprio:
Você nunca é velho demais para uma recompensa. Prometa a si mesmo que se você alcançar suas metas de aprendizado dentro do tempo que você determinou, você se presenteará com aquela blusa que você queria ou com um ingresso para essa ou aquela apresentação. A motivação geralmente surge mais facilmente quando você visualiza uma compensação futura. Em longo termo, sua compensação será a graduação de seu curso, mas em curto termo, essas auto-recompensas são muito estimulantes. Ter algo a se esperar, irá muito provavelmente, mantê-lo dedicado.

Marie Field

Traduzido por Renato Vieira

MESTRADO A DISTÂNCIA, QUE CAMINHO SEGUIR?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

A Associação Educacional Cearense – AEC publica este artigo da Professora Dra. Terezinha Chaves que versa sobre caminhos a seguir no Mestrado a Distância. É um breve artigo, mas que nos leva a refletir sobre o assunto. 

Caros colegas,
Muito embora possamos iniciar os mestrados profissionalizantes, informo que ao sair para o emprego em Instituições privadas ou públicas somos indagados em relação ao reconhecimento de nossos diplomas (de nossos conhecimentos???).
Os mestrados a distância existentes, no momento, são fontes de grandes conhecimentos, mas sem reconhecimento. A cultura ainda estabelecida no nosso Brasil é a medida de um diploma reconhecido por autoridade governamental. Assim, primeiro se pensa na regulamentação. Há dois caminhos a seguir:
a) mudar a cultura do nosso mercado profissional em relação ao diploma (visando, de fato, mostrar as competências e habilidades de nossos conhecimentos, ou;
b) proporcinar a regulamentação.
Aposto para o mais imediato: na regulamentação que dependerá, apenas, de alguns dos meus colegas doutores.

Prof. Dra. Terezinha Rodrigues Chaves da Costa

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

A Associação Educacional Cearense – AEC, com seus cursos a distância, qualificação profissional e cursos de informática publica esta matéria veiculada no Jornal Nacional da Rede Globo no dia 10/12/2007 sobre um estudo do IPEA sobre a falta de qualificação profissional de nossos estudantes e trabalhadores. Como qualificação profissional sempre foi uma preocupação da AEC este artigo é muito importante para o conhecimento de nossos usuários.

Rede Globo – Jornal Nacional, 10/12/2007
Falta de qualificação preocupa
Um estudo do Ipea, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, mostra que é necessário melhorar o nível da educação para que menos gente dependa dos programas sociais do governo. A falta de qualificação dos estudantes e dos trabalhadores no Brasil é motivo de preocupação para os economistas ligados ao governo. Um estudo do Ipea, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, mostra que é necessário melhorar o nível da educação para que menos gente dependa dos programas sociais. Lucas Mendes Júnior viveu do dinheiro do seguro-desemprego nos últimos cinco meses. Mas durante esse período não recebeu treinamento para se adequar às exigências do mercado de trabalho. Sem nada novo para oferecer, Lucas repetiu a rotina de bater em muitas portas para ouvir o que já sabia: “Emprego tem bastante, mas falta especialização”, disse ele. Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a falta de preparo do trabalhador leva a uma alta rotatividade do mercado, o que aumentou em 14% o número de pedidos do seguro-desemprego no ano passado em comparação com 2005 e aponta: o grande desafio do governo é ir além do assistencialismo Para o Ipea, as . políticas sociais estão no caminho certo. Cita o aumento real do salário mínimo, o Bolsa-Família e a inclusão de empregados domésticos na previdência como exemplos. Mas alerta para a necessidade de o governo capacitar para o mercado de trabalho quem hoje recebe ajuda financeira. “As políticas sociais agem no entorno das condições de vida da população. Agora elas, por si só, não geram emprego”, explicou o vice-diretor do Ipea, José Celso Cardoso. O especialista em educação Cláudio Moura e Castro defende uma alternativa para melhorar o nível do trabalhador. “O ensino técnico, o ensino voltado pra uma profissão, tem muito sentido. Ele é essencial”. Aí entra uma outra preocupação do Ipea: a qualidade da educação. Quase 100% das crianças têm acesso ao ensino fundamental. O governo investe por ano em educação 4% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil. Segundo o Ipea, deveria investir 6%. Mais dinheiro para melhorar os salários dos professores e a formação dos alunos, que vão para o mercado de trabalho, cada vez mais exigente. “Ele quer uma pessoa que tenha bom senso, que tenha lógica de raciocínio, pessoa que saiba trabalhar em grupo, que saiba se comunicar, que entenda o que é comunicado a ela, que entenda o que lê”, disse o economista José Pastore.
O ministro da Educação Fernando Haddad aumentou os investimentos no ensino profissionalizante e já foi aprovado uma lei que garante melhores salários aos professores. “Um piso nacional muito acima do atual, que é o salário mínimo”. Para o Ipea, nenhuma política assistencialista vai dar resultado a longo prazo se a economia brasileira não crescer ao menos no nível registrado neste ano, gerando emprego para quem está fora do mercado de trabalho. O governo deve aproveitar o crescimento para reduzir as desigualdades regionais e o assistencialismo. O senador Aloizio Mercadante, uma das lideranças do PT no Senado, concorda. “A mais importante política de inclusão social é o emprego, é a carteira de trabalho assinada, e ela só vem se tiver crescimento econômico acelerado. Nós geramos oito milhões de empregos nestes quatro anos e só vamos ter crescimento acelerado se tiver investimento. Por isso, o governo tem que preservar o investimento dentro do orçamento da União”.

Você conhece o que é educação a distância?

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

A educação a distância, conforme o decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, está estabelecida como sendo uma modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica (professor-aluno) nos processos de ensino e aprendizagem, ocorrem com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos. Em suma, não é tão distante como se fala. Neste caso, se estuda muito pois, há muitos conteúdos com qualidade e livros que motivam para a leitura. Significa aprender mais em tempos diversos. Ë importante que o aluno que vai cursar sua Faculdade conheça todas características do EAD, portanto aqui em Sobral dispomos de uma aula modelo para quem quer experimentar esse conhecimento a mais. Prepare-se para conhecer muito mais, agendando um horário no fone (88) 36142007 das 17:30 às 22:00h de segunda a sexta-feira. O desafio de educar-se a distância é grande, por isso o Ministério da Educação estabelece referenciais de qualidade de Educação a Distância (EAD) para a autorização de cursos de graduação a distância. Assim, seguindo os parâmetros exigidos pelo MEC temos o objetivo de orientar alunos, professores, técnicos e gestores de instituições de ensino superior para que possam usufruir dessa forma de educação de qualidade, possibilitando ganhos positivos para os processos educacionais. A meta principal será estabelecer práticas de qualidade nos projetos e processos de educação superior e garantir continuamente melhorias na criação, aperfeiçoamento, divulgação de conhecimentos culturais, científicos, tecnológicos e profissionais, contribuindo para superar os problemas regionais e para o desenvolvimento sustentável dos seres humanos, sem exclusões, nas comunidades e ambientes em que vivem, possibilitando ser um diferencial para o mercado de trabalho.

Autora: Profa. Dra. Terezinha Rodrigues Chaves da Costa

Educadora.

Por que educação a distância?

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

O Ensino a Distância, EAD, vem trazer benefícios para quem quer desenvolver sua capacidade de autoaprendizagem.  Assim, o aluno faz seu próprio planejamento pessoal. Reitera-se, que através de Educação a Distância não há necessidade o aluno estar no mesmo ambiente físico que o professor e os demais alunos, ou fazer as aulas no mesmo horário. O aluno não precisa necessariamente sacrificar horário de trabalho ou da família. Ninguém perde aulas. O aluno poderá rever ou refazer as aulas quantas vezes quiser. Assim, se configura maior tempo de estudo. O professor em seu conteúdo e didática também, poderá ter maior qualidade de apresentação e síntese, pois poderá rever seus conteúdos tantas vezes quanto precisa para ser melhorado, inclusive colaborativamente, incorporando a inteligência de ensino de vários autores e também, em várias versões, os feedbacks dos alunos.

Um aspecto a ser considerado para EAD é a disciplina do aluno: pode-se argumentar que no ensino presencial os alunos tendem a estar mais comprometidos, há pessoas que inclusive preferem o presencial para terem mais disciplina. Talvez, a pergunta mais essencial aqui seja: se uma pessoa está fazendo um estudo sem motivação suficiente para fazê-lo, por que o faz?

Precisamos motivar nossos alunos a leitura, ao conhecimento a busca de melhorias de vida, evitando a não-percepção de progresso e do desenvolvimento.

Acesse http://aec.edu.br e tire suas dúvidas.

Educação a Distância e material didático: uma necessidade de leitura

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

O surgimento de novas tecnologias como meio para o exercício da didática vem possibilitar uma melhor comunicação entre aluno e professor.  O saber ler no mundo de hoje é complexo. Atualmente, muitos leitores estão sendo desafiados por um novo tipo de leitura proporcionado pela navegação em hipertextos, no qual as informações são apresentadas por meio de uma rede de internet com links, que podem ser livremente acessados. Esta problemática nos levou a investigar o processo de leitura apoiado em suporte virtual realizado por alunos e professores em alguns cursos a distância, com vista a determinar suas dificuldades, vantagens e desvantagens. A pesquisa evidenciou que esses alunos e professores dos cursos estavam inseguros na navegação hipertextual, pois, constatamos a predominância da leitura linear. Para eles, os links foram vistos como obstáculo à leitura. A grande maioria dos respondentes registrou sua dificuldade de organizar as idéias e quase todos sentiram necessidade de imprimir os textos, destacando assim, a importância que o material impresso ainda apresenta nas situações de aprendizagem. Embora, os respondentes da pesquisa tivessem dificuldades com o hipertexto, ficou configurado que esta modalidade de leitura é muito prazerosa e rica em informações, permitindo aliar som, imagem e escrita. A grande desvantagem apresentada refere-se ao fato de que esta é demorada, exigindo novas habilidades leitoras. Convido aos leitores a passarem por uma experiência na Internet: navegar em links nos assuntos de sua formação e procurarem serem motivados para ler, pois afinal de contas a leitura é uma grande fonte de aprendizado.

Quer conhecer EAD? Envie sua pergunta.

Profa. Dra. Terezinha Rodrigues Chaves da Costa

Educadora.