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		<title>Como devo escolher uma Instituição para fazer o ensino superior?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 02:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Todas as Instituições são iguais? Como devo escolher uma Instituição para fazer o ensino superior? A base de qualquer Instituição de Ensino Superior, qualificada e regulamentada, prioritariamente, será seguir algumas diretrizes básicas, plano de ação e de desenvolvimento institucional indicadas pelo Ministério da Educação. Escolher uma Instituição de Ensino Superior para estudar é uma tarefa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Todas as Instituições são iguais? Como devo escolher uma Instituição para fazer o ensino superior?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A base de qualquer Instituição de Ensino Superior, qualificada e regulamentada, prioritariamente, será seguir algumas diretrizes básicas, plano de ação e de desenvolvimento institucional indicadas pelo Ministério da Educação. Escolher uma Instituição de Ensino Superior para estudar é uma tarefa um pouco difícil no mundo de hoje, pois existem muitas opções.  Em Fortaleza para o ensino presencial temos 35 Instituições de Ensino Superiores, digo, credenciadas pelo MEC. Para o ensino a distância, a maioria das Instituições que está no Sul e Sudeste ocupam um espaço como pólo de educação a distância. A principal meta para se ter uma boa escolha consiste em desenvolver o pensamento produtivo, permutando o conhecimento sistemático, a criatividade e espírito crítico, visando resultados satisfatórios de formação, emprego e renda.  Muitos almejam a Universidade Federal, mas as vagas são limitadas, portanto candidatos, vocês deverão ir a busca das Instituições que tem um maior número de professores formados pela Universidade Federal, assim estaríamos canalizando conhecimento sem perder valores educacionais.</p>
<p><strong>Como escolher? </strong></p>
<p>De acordo co o MEC as Instituições deverão ter no mínimo 50% de mestres e doutores, estarem credenciadas por uma comissão de avaliação, ter cursos autorizados e reconhecidos. Analise qual foi a comissão de avaliação do MEC que credenciou a Instituição de Ensino Superior. Instituições que foram credenciadas por avaliadores <em>ad hoc</em> do MEC de Universidades Federais, se destacam, pois, esses são muito mais exigentes e os critérios de qualidade educacional dos cursos são potencializados. A competitividade no ramo educacional no ensino superior encontra-se cada vez mais visível, as universidades, faculdades e centros universitários estão procurando diferenciais para conseguir se destacar no mercado. Um curso superior antes de ser uma necessidade é para muitos um sonho. Todos sabem que é necessário tempo, dedicação, muito estudo e dinheiro, claro. Por isso, escolher um curso superior que esteja dentro das expectativas em uma faculdade séria é uma tarefa importante.</p>
<p>As principais recomendações para você que fará O ENEM e os processos seletivos em Instituição de Ensino Superior será analisar:</p>
<p><strong>Indicadores de qualidade</strong></p>
<p>Para evitar dores de cabeça, terão que checar os indicadores de qualidade das Instituições. Eles são criados a partir de avaliações do MEC, do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que anualmente mede os conhecimentos de alunos ingressantes e concluintes de cursos de graduação. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), cabe à União “reconhecer, credenciar, supervisionar” as instituições de ensino superior, públicas ou privadas.</p>
<p>O Ministério da Educação tenta facilitar o acesso da população a essas informações, mas ainda é comum se perder em meio a tantas normas jurídicas e siglas. Outro mecanismo de ajuda é o acesso ao Cadastro das Instituições de Educação Superior. Nele é possível consultar as instituições credenciadas pelo ministério e os seus resultados nas avaliações.</p>
<p><strong>Infraestrutura da faculdade</strong></p>
<p>O Conselheiro da Câmara de Ensino Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), Paulo Barone, orienta os interessados a fazer uma pesquisa que leve em conta outros fatores além dos indicadores educacionais. “É importante obter informações sobre os conceitos da instituição, a infraestrutura, o corpo docente e até mesmo a credibilidade da instituição no meio produtivo e entre os empregadores”, aconselha. Da secretaria do Ensino Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, alerta, entretanto, que o aluno não deve se impressionar com a infraestrutura. “Procure conhecer a instituição mais a fundo. Às vezes as instalações impressionam, mas é necessário ver se elas são de fato usadas no curso, se existem professores de excelências, profissionais mestres e doutores que possuam competências (diplomados) e habilidades (saber notório de como fazer).</p>
<p><strong>Preços das mensalidades</strong></p>
<p>O preço da mensalidade ainda pesa na decisão de muitos estudantes no momento da escolha do curso. Mas, para Paulo Barone, “o conceito de qualidade” está se tornando cada vez mais importante para a população. “Aquele papel meramente cartorial, a idéia de se matricular numa faculdade só para ter um diploma, está mudando. As pessoas estão mais críticas em relação a isso”, acredita. Maria Paula Dallari Bucci recomenda aos universitários que recorram ao Programa de <strong>Financiamento Estudantil (FIES) </strong>caso o valor da mensalidade seja acima do seu orçamento, mas nunca se deixem guiar pelo preço. “O acesso ao crédito hoje é muito grande, então se aluno quer estudar em uma boa instituição, não importa se o preço é alto, porque ele pode pedir o financiamento”, afirma. O <strong>PROUNI </strong>é outra opção.</p>
<p><strong>Converse com profissionais do mercado</strong></p>
<p>Além de se informar sobre o mercado de trabalho, é válido que o estudante entre em contato com a realidade da área pretendida. Fátima Trindade, presidente da Abop (Associação Brasileira de Orientação Profissional), diz que o estudante deve tentar conversar com profissionais para saber como é o mercado. O jovem pode visitar locais de trabalho para analisar melhor o universo da profissão. É esse estilo de vida que quero ter? Minha visão sobre a área não é fantasiosa? Se ele não se der bem, pode pesquisar outra coisa.</p>
<p><strong>Evite a influência direta de parentes e amigos</strong></p>
<p>É comum encontrar alunos que abandonam a faculdade porque não se identificam com o curso escolhido. Em grande parte destes casos, segundo especialistas, a decepção se dá porque a escolha da profissão não partiu diretamente do estudante. O jovem tem de ser autor de sua decisão. Por imaturidade, muitos acabam terceirizando essa escolha para outras pessoas. Entram na faculdade e acabam se deparando com um contexto que não tem a ver com eles. Seguem pressões, vão pelos amigos ou optam pela profissão da moda. E em geral os fatores externos não se alinham com as características do aluno.</p>
<p>Nos resta parabenizar os jovens de hoje, século XXI, que estão mais informados pela mídias interativas. Aqueles que farão o ENEM em outubro de 2011 e aqueles que não desistem e utilizam seus pontos para entrar numa Instituição ou participam de processos seletivos em Instituição que está qualificada a recebê-los. Como exemplo, lembro que a Instituição privada que possuem professores mestres e doutores formados em Instituições Federais, adotarão o mesmo livro adotado por uma Universidade Federal, fazendo com que o conhecimento dependa, apenas, da capacidade do aluno de inovar, aprender e fazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como ter acesso ao ensino superior privado?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 23:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior Privado]]></category>
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		<category><![CDATA[PROUNI]]></category>

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		<description><![CDATA[Como ter acesso ao ensino superior privado? Muitos alunos da classe social B e C estudam em muitos colégios públicos e privados para alcançar seus objetivos de se formar numa Universidade Federal, porém, o limite de vagas acaba por deflagrar a não aceitação de toda essa demanda. Assim, esses jovens não precisam deixar de fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como ter acesso ao ensino superior privado?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Muitos alunos da classe social B e C estudam em muitos colégios públicos e privados para alcançar seus objetivos de se formar numa Universidade Federal, porém, o limite de vagas acaba por deflagrar a não aceitação de toda essa demanda. Assim, esses jovens não precisam deixar de fazer um curso superior. Terão que procurar se cadastrar no site do FIES e/ou do PROUNI. Se analisarmos as condições atuais das Instituições de ensino, veremos que para ser aceitos nesse cadastro será necessário que a Instituição tenha no mínimo conceito 3 junto ao Ministério da Educação, fazendo algumas restrições inclusive de cadastro financeiro da pessoa física. Se você sonha com novos horizontes, não desista, há inúmeras formas para alcançar a sua formação. Hoje, ano 2011, dispomos de sites de compra que atuam somente para o ensino superior: a Ideal Invest – programa PRAVALER, que disponibiliza o financiamento da sua Faculdade, possibilitando pagamento de 01 semestre em 01 ano, e assim, sucessivamente, basta acessar o site <a href="http://www.creditouniversitario.com.br/">http://www.creditouniversitario.com.br</a> mas, há outra opção &#8211; o movimento cidadania, no site <a href="http://www.movimentocidadania.com.br/">http://www.movimentocidadania.com.br</a>, nele, o estudante poderá se cadastrar e receber um financiamento para o seu curso. Enfim, há algumas opções, além da seleção do FIES e do PROUNI, inclusive o Clube Educação, <a href="http://www.clubeducacao.com.br/index.asp">http://www.clubeducacao.com.br/index.asp</a> que seleciona jovens para financiar o curso de graduação ou pós-graduação. Na nossa região a Faculdade de Tecnologia Educacional Cearense <a href="http://www.faecce.edu.br/">www.faecce.edu.br</a> possui todos esses programas e oportuniza a formação de excelência no ensino superior. Oportuniza-se qualidade de conhecimento e alongamento de prazos para pagamento, sem retardar a entrega de diploma ao aluno. É preciso ter diferenciais competitivos, alternativas para a iniciativa privada, pois o nível de exigência por parte de quem paga possibilita muito mais qualidade e alternativas de incrementar inclusão de profissionais no mercado de trabalho. Para motivar nossos alunos do ensino médio a participar de um curso de ensino superior é preciso ter uma marca forte e tradicional, boa localização, ofertar alguns meios de financiar os seus cursos. Porém o aluno terá que analisar a taxa de 3,4% ao ano do FIES cobrada junto a sua mensalidade. Na comunidade Internacional o Student Bank <a href="http://www.studentbank.com/featured/101-ways-to-pay-for-college">http://www.studentbank.com/featured/101-ways-to-pay-for-college</a> apresenta 101 formas de financiar um curso, pois alunos, pais, familiares e amigos desses estudantes (avalistas) estão procurando caminhos criativos que possam reduzir as despesas da educação superior. Vale ressaltar que no Brasil alguns valores estão invertidos, pois o aluno paga 12 anos do ensino infantil ao ensino médio, em colégios particulares, mas quando desponta para o ensino superior, que é apenas 4 anos ou 8 se for fazer um curso de Direito ou Medicina, já não quer mais investir e navega numa Universidade Federal que restringe o acesso em vagas. Por que não continuar a pagar para ter acesso a um bom conhecimento? Mas precisa-se analisar: quem é a Instituição que está credenciada pelo MEC? Quem está Reconhecido? Quem propõe uma melhor metodologia de ensino? Eu vou aprender? Eu terei um emprego? Onde? Qual a minha habilidade? Qual a minha competência? Qual a formação de professores na Instituição? Qual a qualificação de mestres e doutores das Instituições de Ensino Superior? Mesmo iniciantes no Ensino Superior poderão trazer grandes inovações, excelente marca oriunda de formação das Universidades Federais. Estamos disponíveis para responder todas essas questões pessoalmente a você estudante do ensino médio que ainda não vivenciou uma experiência de ensino superior. Ao longo de 10 anos as Instituições que se consolidarão serão as que trabalharem com excelência e as que terão muitos alunos, mas veremos quem empregará mais e quem possibilitará mais desenvolvimento na sua região. Desconfio que conhecimento com mais qualidade possa gerar excelentes resultados para o nosso Estado do Ceará. Assim as Instituições de excelência terão muito sucesso. Vale a pena repensar: Estarei numa ONG no blog <a href="../../../../../">http://www.aec.edu.br/blog/</a> respondendo suas perguntas com maiores detalhes.</p>
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		<title>Pós stricto sensu a distância recebe aval do MEC</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 00:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>terezinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Capes já avalia propostas de mestrado e doutorado em EAD.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pós <em>stricto sensu</em> a distância recebe aval do MEC </strong></p>
<p><strong>Capes já avalia propostas de mestrado e doutorado em EAD</strong></p>
<p>Publicado em <strong>25/06/2008</strong> - <strong>13:00</strong></p>
<p>A pós-graduação <em>stricto sensu</em> a distância já tem o aval do MEC (Ministério da Educação) para se tornar realidade no meio acadêmico brasileiro. Conforme antecipou o secretário de EAD (Educação a Distância) do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky, no ESUD (Congresso Nacional de Educação Superior a Distância), realizado em abril, a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) já recebe propostas de cursos de mestrado e doutorado nesta modalidade. A expectativa agora, é que a contrapartida venha das IES (Instituições de Ensino Superior) por meio do envio de projetos de qualidade.</p>
<p>&#8220;Para que haja cursos de pós-graduação <em>stricto sensu</em> no Brasil, basta que as IES enviem projetos de qualidade. Essa será a função das universidades brasileiras&#8221;, enfatiza o diretor de Educação a Distância da Capes, Celso Costa. Segundo ele, o compromisso da Capes será avaliar as propostas, planos pedagógicos, sugestões de corpo docente e infra-estrutura, para conceder ou não a licença de execução do curso. &#8220;O mesmo procedimento utilizado para a aprovação dos mestrados e doutorados presenciais se repetirá para os programas de EAD&#8221;, explica.</p>
<p>Portanto, as universidades interessadas em acrescentar em seus catálogos de cursos opções de mestrado e doutorado a distância já podem elaborar seus projetos e enviá-los à Capes. Costa garante que a determinação não será exclusiva às universidades públicas. &#8220;Não há restrição em relação à constituição da universidade, ou seja, independe se ela é pública, privada, comunitária ou confessional. Também não há limite de projetos apresentados por instituições. Basta que as propostas tenham qualidade&#8221;, afirma Costa.</p>
<p>A medida é uma determinação legal desde 1996, quando foi criada a lei nº 9.394. De acordo com o diretor de regulação e supervisão em EAD do MEC, Hélio Chaves Filho, a existência de mestrado e doutorado a distância no Brasil sempre esteve assegurada pela LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). Tanto que já houve experiências nesse sentido (veja no box ao lado o caso da UFC &#8211; Universidade Federal do Ceará). O artigo 80 da lei prevê o desenvolvimento de programas de ensino a distância em todas as modalidades de ensino, o que inclui também a pós-graduação <em>stricto sensu</em>. &#8220;Mas a legislação determina que qualquer proposta seja aprovada pela Capes antes de ser colocada em prática&#8221;, explica ele.</p>
<p>Essa lei, segundo Chaves Filho, ganhou mais força com a elaboração do decreto 5.622, de 19 de dezembro de 2005. &#8220;A partir dessa determinação, todas as instituições de ensino tiveram abertura legal para apresentar seu projeto de mestrado e doutorado a distância à Capes&#8221;, enfatiza. &#8220;A Coordenação não pode recusar receber a proposta, mas ela tem todo o poder de não aprová-la, desde que a rejeição seja fundamentada&#8221;, acrescenta o diretor.</p>
<p>Para o presidente da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância), Fredric Michael Litto, apesar da lei, o conservadorismo da Capes, bem como da academia, foram e ainda são os principais responsáveis pelo tardio reconhecimento da Educação a Distância na pós-graduação brasileira. &#8220;O novo geralmente assusta. Essa é uma tendência normal em qualquer corporação, inclusive na educação. É difícil romper com o preconceito em relação às inovações&#8221;, opina. Litto acredita que grande parte desse tradicionalismo também esteja relacionada ao desconhecimento da modalidade.</p>
<p>O diretor de EAD da Capes reconhece o conservadorismo da instituição, mas justifica a postura pela grande preocupação e responsabilidade com o desenvolvimento científico do Brasil. &#8220;O tradicionalismo é uma forma de garantirmos a metodologia, o bom desempenho do curso e dos alunos, bem como, sua aceitação no mercado de trabalho. Temos o compromisso com a qualidade do ensino científico, então qualquer decisão deve ser bem estudada e planejada para que essa trajetória seja traçada com segurança&#8221;, alerta Costa.</p>
<p>O tutor dos cursos de EAD da Universidade Anhembi Morumbi João Mattar defende a atitude da Capes. &#8220;Essas demoras são positivas. Existem muitos interesses e muitas discussões que devem ser levadas em consideração antes de qualquer decisão, já que se trata de um assunto sério: o desenvolvimento educacional brasileiro&#8221;, argumenta. Na opinião dele, é preciso ter no mínimo uma exigência sadia. &#8220;As mudanças aconteceram num ritmo aceitável. Não foi nem muito demorado, nem muito precipitado&#8221;, avalia.</p>
<p>Para o secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, esse foi o momento ideal para que a Capes pudesse tomar uma decisão com mais segurança. &#8220;A UAB (Universidade Aberta do Brasil) se expandiu com cursos de qualidade e os alunos da educação a distância do País conseguiram comprovar seu elevado desempenho no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes)&#8221;, relata Bielschowsky. Esses, segundo ele, são fatores que comprovam a eficácia da modalidade na graduação e indicam uma provável expansão bem-sucedida para outros níveis de ensino como a pós-graduação. &#8220;Se é possível nesse nível de ensino, então por que o mesmo não poderia se repetir na pós-graduação <em>stricto sensu</em>?&#8221;, questiona ele.</p>
<p><strong>Repercussão no meio acadêmico </strong></p>
<p>Apesar da perspectiva de mestrado e doutorado a distância já ser uma realidade no Brasil, a iniciativa ainda gera divergências entre os especialistas do meio acadêmico. De um lado, há quem defenda a EAD como contribuição para a expansão do ensino científico do País. Do outro, os que acreditam que a modalidade possa comprometer a qualidade da pós-graduação brasileira.</p>
<p>&#8220;As literaturas estrangeiras apontam que 20% do corpo docente é aberto à novidades do ensino, outros 20% não conhecem, mas &#8211; em nome da tradição &#8211; se posicionam contra inovações. Os 60% restantes são mais cautelosos, porém caminham conforme o vento. É isso que acontece com a EAD no Brasil&#8221;, declara o presidente da ABED. Mas Litto é otimista. &#8220;O Enade deu novo fôlego à modalidade. O conservadorismo dos professores começa a diminuir e o MEC abre com isso mais uma válvula de escape&#8221;, afirma.</p>
<p>Na opinião do diretor da UnisulVirtual (Centro de Cursos de Educação a Distância da Universidade do Sul de Santa Catarina), João Vianney, a implantação dos cursos de mestrado e doutorado a distância só tende a contribuir com a melhoria do ensino do País. &#8220;Quanto mais brasileiros na pós-graduação, melhor será a educação do Brasil&#8221;, diz ele. Atualmente, de acordo com Vianney, o conhecimento de alto desempenho só é accessível para quem tem condições de se deslocar para as grandes cidades.</p>
<p>A coordenadora de Tecnologia Aplicada ao Ensino da FGV(Fundação Getulio Vargas), Marta de Campos Maia, corrobora a idéia de Vianney e aponta a proporção da distribuição das universidades brasileiras em território nacional para fundamentar essa argumentação. &#8220;As instituições de Ensino Superior estão presentes em apenas 30% do País. Ou seja, 70% desse gigante chamado Brasil não conta com o aporte das universidades&#8221;, cita.</p>
<p>Por esse motivo, Vianney acredita que a EAD revoluciona, permite a expansão e a democratização da pós-graduação, além de melhorar a qualificação profissional do brasileiro. &#8220;Ou seja, para educação o ensino a distância é um passo de modernização&#8221;, enfatiza. Marta arrisca dizer ainda que a modalidade também contribui para o desenvolvimento econômico do País. &#8220;As experiências mundiais comprovam que quanto maior o nível de educação dos habitantes de um país, melhor sua situação econômica. Então o que temos a perder?&#8221;</p>
<p>Apesar da argumentação dos especialistas, o pró-reitor de pós-graduação da USP (Universidade de São Paulo), Armando Corbani Ferraz, não acredita na eficiência da modalidade no ensino científico. Para ele, a criação de mestrados e doutorados a distância vai modificar o conceito do que é fazer um curso <em>stricto sensu</em>. &#8220;A pós-graduação vai acabar virando uma escola, sendo que ela não tem essa característica&#8221;, contesta. De acordo com ele, a medida será um atraso para o país. &#8220;Será um retrocesso educacional, pois a universidade dirá que forma um mestre ou um doutor, mas na verdade não formará&#8221;, argumenta.</p>
<p>Marta &#8211; assim como Vianney, Litto e Mattar &#8211; discorda de Ferraz e acredita que é extremamente viável realizar cursos de pós-graduação a distância. &#8220;No mestrado e no doutorado, além de algumas aulas presenciais, há o desenvolvimento de pesquisa &#8211; geralmente já realizada a distância &#8211; e o acompanhamento do orientador&#8221;, descreve a professora. &#8220;Desta forma, é possível adaptar o conteúdo das aulas presenciais ao método da EAD. Não haverá perda de nenhum conceito. Isso já está comprovado na graduação. Tudo é uma questão de flexibilização do modelo&#8221;, sugere.</p>
<p>O presidente da ABED vai além e ressalta que não é a modalidade de ensino que garante a qualidade da aprendizagem. &#8220;Tanto no ensino a distância quanto do presencial é o empenho do aluno que determinará sua eficiência&#8221;, conta. Na EAD, Litto defende a necessidade da maturidade e organização do aluno, características de um estudante de pós-graduação. &#8220;Tais características são mais presentes nos alunos da pós-graduação do que na graduação. Esse público é mais maduro, mais experiente, além de ter mais autonomia para estudar sozinho. Pelo menos é isso que se espera de um profissional que queira seguir pelo caminho acadêmico ou científico&#8221;, afirma.</p>
<p>O pró-reitor Ferraz rebate que embora o perfil do aluno de pós-graduação se encaixe com os padrões da modalidade a distância, o grande problema é que um curso de EAD não poderá reproduzir a vivência acadêmica, fundamental para a maturação de um bom projeto científico. &#8220;Tanto no mestrado como no doutorado é preciso desenvolver um projeto de pesquisa e não há como fazer isso a distância. O ambiente acadêmico é que contribui para a realização desse trabalho científico&#8221;, ressalta. &#8220;A EAD vai arrebentar o &#8216;diamante da educação brasileira&#8217;. Tudo que foi construído até agora sobre a pós-graduação no Brasil será destruído&#8221;, opina.</p>
<p>O secretário Bielschowsky discorda de Ferraz. Segundo ele, as pós-graduações, assim como as graduações, deverão ter uma porcentagem de aulas presenciais, o que não comprometerá a vivência acadêmica. &#8220;Os cursos não serão 100% a distância. Haverá, sim, encontros presenciais para dar suporte as aulas práticas e não perder essa tão importante vivência acadêmica&#8221;, garante. O secretário afirma ainda que é preocupação do MEC e da Capes assegurar a qualidade do ensino científico. &#8220;O controle será o mesmo ou até mais rígido do que é feito no ensino presencial. Tudo isso para garantir que o &#8216;diamante da educação&#8217; não se estilhace&#8221;, enfatiza.</p>
<p>Para Litto, é possível desenvolver projetos de programas de pós-graduação a distância tão bons quanto os presenciais. &#8220;Há diversas universidades espalhadas pelo mundo e reconhecidas internacionalmente que já desenvolvem pós-graduação a distância com qualidade. Se é possível produzir projetos de excelência fora do país, por que não é possível fazer o mesmo no Brasil?&#8221;, questiona.</p>
<p><strong>O caso da Federal do Ceará</strong></p>
<p>O primeiro e único curso de pós-graduação stricto sensu a distância no Brasil foi recomendado pela Capes/MEC (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) em 1995. A licença temporária concedida à UFC (Universidade Federal do Ceará) em consórcio com a Unopar (Universidade Norte do Paraná) foi liberada para o desenvolvimento do Mestrado Profissionalizante em Tecnologia de Informação e Comunicação na Formação em EAD (Ensino a Distância).</p>
<p>O diretor de Educação a Distância da Capes, Celso Costa, afirma que outras propostas de mestrado e doutorado a distância também já foram apresentadas à instituição. No entanto, apenas o modelo da UFC atendeu todos os requisitos necessários para a realização de um curso de qualidade. &#8220;Em geral, a Capes avalia todas as propostas encaminhadas. Aquelas que atingirem as exigências da instituição recebem uma autorização temporária. No decorrer do curso é feita uma nova avaliação que julgará a permanência ou não da licença&#8221;, explica.</p>
<p>Duas turmas do mestrado da UFC foram concluídas, mas a instituição não recebeu a autorização da Capes para que uma terceira classe fosse formada. &#8220;A avaliação trienal foi realizada no início do curso, porém, a cobrança da Capes foi como se o programa já estivesse no fim&#8221;, reclama o diretor do Instituto Universidade Virtual da UFC, Mauro Pequeno. &#8220;Mas já estamos estudando possibilidades para dar continuidade ao mestrado a distância&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Prof. Dra. Terezinha Chaves</p>
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		<title>CAPES VAI MUDAR MESTRADO PROFISSIONAL</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 22:54:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[Mestrado Profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[Capes vai mudar mestrado profissional Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:17 hs. 14/05/2009 &#8211; A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) vai modificar o modelo do mestrado profissional. Quem avisa é o presidente Jorge Guimarães. Ele avisa que dentro de alguns dias vai baixar portaria estabelecendo uma filosofia nova de avaliação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Capes vai mudar mestrado profissional</strong></p>
<p>Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:17 hs.</p>
<p>14/05/2009 &#8211; A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) vai modificar o modelo do mestrado profissional. Quem avisa é o presidente Jorge Guimarães. Ele avisa que dentro de alguns dias vai baixar portaria estabelecendo uma filosofia nova de avaliação. No novo formato, contará ponto os indicadores de prestação de serviços, consultoria, patente, software, protocolo de pesquisa ou de serviços. &#8220;Abre muito o conceito que a gente tem de indicador só de dissertação&#8221;, avisa. Para ele, os MBA &#8211; equivalentes à especialização &#8211; ganham ao entrar para o mestrado profissional, porque recebem o aval da avaliação e acompanhamento da Capes. Guimarães destacou que a modalidade tem a mesma validade nacional do mestrado acadêmico, sendo importante nos planos de carreira, sobretudo no setor público.</p>
<p>O novo mestrado profissional vai ser dedicado às áreas de gestão da educação, gestão da saúde, às áreas tecnológicas e de serviço. Indagado sobre a atuação da Capes em relação à inovação, o presidente da agência de fomento do MEC informou que foram aprovados cerca de R$ 20 milhões para 12 a 13 projetos dos R$ 150 milhões do edital de fluxo contínuo com isenção fiscal de até 85% para empresas. Outros projetos estão sendo examinados.</p>
<p>Numa avaliação do programa de incentivo à inovação tecnológica da Capes, o presidente da agência observou que o maior motivo de enguiço é o fato de a maioria dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) não funcionar. Para concorrer basta ter projeto aplicável, nem precisa ter empresa. Porém é obrigatório que seja de instituição de ciência e tecnologia do setor público e atenda à necessidade legal de passar pelo NIT.</p>
<p>Guimarães afirma que quando esta ação da Capes e dos ministérios da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento Econômico tiver R$ 80 milhões de projetos contratados, o MEC chamará os bancos para financiar a iniciativa. No Ceará, Jorge Guimarães visitou o IFCE com o reitor Cláudio Ricardo Gomes de Lima e o superintendente do Instituto Atlântico, José Eduardo Martins. Em tempo: o presidente do Atlântico, Cláudio Violato, vice-presidente de Tecnologia do CPqD, decidiu instalar uma unidade em Limoeiro do Norte. O Atlântico, com filiais em Sobral e São Paulo, está conversando com o NIT do IFCE em Fortaleza para projetos juntos.</p>
<p>MBA, ou Master in Business Administration (Mestrado em Administração de Negócios), é considerado uma especialização (pós-graduação lato sensu). As especializações não se submetem à avaliação sistemática da Capes. Indicadores seguros da regularidade do curso são a prova do credenciamento institucional e a declaração que o curso atende os requisitos enumerados pela Resolução CNE / CES nº 001/01.</p>
<p>Fonte: O Povo on line</p>
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		<title>MESTRADO A DISTÂNCIA PODERÁ SER RECONHECIDO PELA CAPES</title>
		<link>http://www.aec.edu.br/blog/2008/06/mestrado-a-distancia-podera-ser-reconhecido-pela-capes/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 15:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mestrado a Distancia]]></category>
		<category><![CDATA[AEC]]></category>
		<category><![CDATA[CAPES]]></category>
		<category><![CDATA[EAD]]></category>
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		<description><![CDATA[A AEC publica este artigo da Profa. Dra. Terezinha Chaves, a respeito do anuncio feito pelo Secretário de Educação a distância do MEC em evento no Rio Grande do Sul, sobre o possivel reconhecimento pelo MEC/Capes dos cursos de Mestrado a Distância. Isto representará um grande impulso nos cursos de EAD e atenderá os anseios de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A AEC publica este artigo da Profa. Dra. Terezinha Chaves, a respeito do anuncio feito pelo Secretário de Educação a distância do MEC em evento no Rio Grande do Sul, sobre o possivel reconhecimento pelo MEC/Capes dos cursos de Mestrado a Distância. Isto representará um grande impulso nos cursos de EAD e atenderá os anseios de vários profissionais no Brasil que aguardam esta possibilidade ansiosamente.</strong></p>
<p> </p>
<p>Para o MEC a Educação a Distância já e possível. Este foi o anuncio publicado em 23/04/2008 pelo Secretário de EAD em abertura de evento no Rio Grande do Sul.</p>
<p>            O anúncio da expansão da educação a distância para cursos de mestrado foi o grande destaque da cerimônia de abertura do V ESUD (Congresso Nacional de Educação Superior a Distância), realizada na noite da última terça-feira, 22 de abril, em Gramado no Rio Grande do Sul. Durante a sessão solene, o Secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky, afirmou que a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) já está preparada para receber propostas de universidades para a criação de cursos de pós-graduação <em>stricto sensu </em>a distância.</p>
<p>            &#8220;A Capes irá fazer uma avaliação dos projetos encaminhados de acordo com os moldes tradicionais. Seu principal critério será manter o padrão de qualidade do ensino&#8221;, disse o secretário. Na opinião de Bielschowsky, a novidade abrirá mais uma porta para a educação a distância no país. &#8220;Esse era o elemento que faltava para a consolidação desta modalidade de ensino no Brasil. A partir de agora, a EAD passa a integrar todos os níveis de educação&#8221;, destaca.</p>
<p>            O secretário abriu a série de discussões sobre EAD no país ao conduzir a palestra magna &#8220;Análise da Política e Educação a Distância&#8221;. Segundo ele, no Brasil, embora a modalidade de ensino já estivesse bem consolidada no Ensino Médio por meio de programas da TV aberta com o Telecurso 2000, sua inserção no Ensino Superior era fraca, portanto, o grande desafio a ser vencido. &#8220;Foi preciso muito trabalho para convencer a desconfiada comunidade acadêmica sobre a qualidade do sistema de ensino a distância. Tarefa que cumprimos com êxito&#8221;, ressalta.</p>
<p>            De acordo com Bielschowsky, prova deste sucesso são os resultados obtidos por alunos de cursos de graduação a distância em exames de avaliação como o Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Em 2007, o Enade revelou que os estudantes de cursos a distância se saíram melhor do que alunos de cursos presenciais em 7 das 13 graduações avaliadas. Nos outros seis cursos as notas dos grupos foram semelhantes.</p>
<p>            O secretário ressalta que 2007 foi um ano excepcional para a modalidade no Brasil, com avanços qualitativos e quantitativos.&#8221;Dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) demonstram a permanente expansão do sistema. De 2003 a 2006, o número de cursos de graduação a distância cresceu 571%. Pela primeira vez, desde o surgimento da educação a distância no Brasil, há mais estudantes inscritos em cursos de graduação do que de especialização na modalidade&#8221;, comemora ele.</p>
<p>            De acordo com informações apresentadas na edição 2008 do Anuário Estatístico de Educação Aberta e a Distância da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância) &#8211; lançado durante o seminário &#8211; hoje, há 349 cursos de graduação a distância credenciados no MEC com 435 mil alunos. Já a pós-graduação <em>lato sensu</em> mantém 255 cursos nessa modalidade, com 390 mil alunos inscritos.</p>
<p> </p>
<p>            &#8220;Os índices indicam uma mudança de perfil na modalidade de ensino, tradicionalmente aceita e difundida nas especializações e nas extensões universitárias&#8221;, destaca Bielschowsky.</p>
<p>            Na opinião do secretário, o desafio agora passa a ser a manutenção da qualidade dos programas a distância. &#8220;Temos de promover ações para garantir a continuidade do bom nível de formação nos cursos de EAD&#8221;, alertou. Segundo ele, o governo já faz sua parte com o credenciamento, o reconhecimento e a supervisão dos cursos e das instituições de Ensino Superior. &#8220;Neste processo, porém, é preciso contar com a colaboração de toda a comunidade&#8221; diz.</p>
<p>Assim, diante dos quinze anos vividos em EAD, caminhamos para uma flexibilização forte de cursos, tempos, gerenciamento, interação, espaços, metodologias, avaliação, tecnologias, possibilitando a experimentar pessoalmente e institucionalmente novos modelos de cursos, de aulas, de técnicas, de pesquisa, de comunicação. Todas as universidades e organizações educacionais, em todos os níveis, precisam experimentar como integrar o presencial e o virtual, garantindo a aprendizagem significativa. É importante que os núcleos de educação a distância das universidades saiam do seu isolamento e se aproximem da oferta dos mestrados a distância.</p>
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		<title>ENSINO A DISTÂNCIA(EAD)- 10 DICAS PARA OBTER SUCESSO</title>
		<link>http://www.aec.edu.br/blog/2008/02/ensino-a-distanciaead-10-dicas-para-obter-sucesso/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 21:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino a Distância]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Educacional Cearense &#8211; AEC publica este artigo originalmente publicado no site http://www.topuniversities.com/ por Marie Field  e traduzido por Renato Vieira que o publicou no informativo CM News. Trata-se das vantagens de se estudar a distância. Desfrutem pois é bastante interesante. 10 principais dicas para se obter um ensino a distância de sucesso Fonte: http://www.topuniversities.com/ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Educacional Cearense &#8211; AEC publica este artigo originalmente publicado no site <em><a target="_blank" href="http://www.topuniversities.com/">http://www.topuniversities.com/</a></em> por Marie Field  e traduzido por Renato Vieira que o publicou no informativo CM News. Trata-se das vantagens de se estudar a distância. Desfrutem pois é bastante interesante.</p>
<p><strong>10 principais dicas para se obter um ensino a distância de sucesso</strong><strong> </strong><strong><br />
</strong>Fonte: <em><a target="_blank" href="http://www.topuniversities.com/">http://www.topuniversities.com/</a></em></p>
<p>15/02/2008 08:58h &#8211; As vantagens do ensino a distância são muito evidentes. Existem diversas razões pelas quais você possivelmente não queira ou simplesmente não tenha condições de sair de seu país, cidade, ou lar. O ensino a distância é mais acessível, do ponto de vista financeiro, do que freqüentar uma universidade tradicional de ponta, uma vez que você não terá as preocupações com gastos tais como, viagens, moradia, etc. E desde que você mantenha seu foco, sua motivação, e mantenha os estudos como prioridade, você poderá efetuar todo o trabalho necessário, de uma maneira satisfatória, no conforto de seu próprio lar.<br />
Estudos revelaram que a taxa de evasão do ensino a distância é aproximadamente 15% mais alta do que a taxa de evasão associada ao ensino nas universidades tradicionais, por isso, a QS Top Universities elaborou algumas dicas para garantir que você obtenha sucesso na escolha de seu curso de ensino a distância.</p>
<p>Procure saber sobre os materiais utilizados no curso com antecipação e prepare-se:<br />
Esteja você fazendo uma única aula via ensino à distância ou completando seu curso de bacharelado online, você deveria estar preparado antecipadamente para utilizar seus materiais. Obviamente, você terá que acessar um computador com certa regularidade. Familiarize-se com os programas eletrônicos utilizados dentro do curso e adquira os livros relacionados em sua primeira lista de leitura.</p>
<p>Certifique-se de que o acesso à internet esteja adequado:<script></script><br />
Nada é pior do que passar o primeiro ano de seu curso online tentando obter uma conexão via internet satisfatória. Caso seu provedor não lhe forneça o suporte necessário, procure um provedor melhor antes do início do curso.</p>
<p>Desenvolva uma agenda de estudos e faça dela uma rotina:<br />
Você saberá, ao olhar a carga de seu curso, se ele será de 4 ou de 35 horas semanais. Mantenha-se firme em sua rotina de estudos para manter-se sempre no mesmo ritmo, cumprindo os prazos, e finalmente obtendo o sucesso.</p>
<p>Crie um ambiente de trabalho:<br />
Acredite se quiser, mas o ambiente a sua volta exerce influência fundamental em seu aprendizado. Crie para si mesmo um ambiente livre de ruídos externos, que seja confortável e com luz adequada. Torne esse ambiente seu espaço de aprendizado e nada além disso.</p>
<p>Defina suas metas:<br />
Defina metas e lute para alcançá-las. Seu primeiro objetivo pode ser simplesmente organizar sua carga de trabalho e isso já é um excelente início quando você começa a estudar para seu programa de graduação. Mas continue definindo metas cada vez maiores para si mesmo, ao passo que você avança, como por exemplo: fazer bacharelado!</p>
<p>Não espere até o último minuto:<br />
Assim como em qualquer outro curso, é mais do que sábio não postergar a elaboração de seus deveres de casa. No ensino a distância, você precisa manter em mente que você esta dependendo totalmente na tecnologia para enviar os seus trabalhos. Não espere até o último minuto para finalizar e enviar um projeto, pois nunca se sabe o que a &#8220;tecnologia-passível-de-colapsos&#8221; pode lhe reservar.</p>
<p>Mantenha contato com seu instrutor regularmente:<br />
Esteja em constante conexão com seu instrutor e questione-o/a ela com relação às possíveis dúvidas que lhe possam surgir. É aconselhável também, que você compartilhe sua progressão com outras pessoas.</p>
<p>Faça provas simuladas:<br />
A prática leva a perfeição. Marque o tempo que você leva nos exames simulados, só assim você poderá ter a noção exata do tempo que você levará para efetuar as provas válidas.<script></script></p>
<p>Crie ou junte-se a um grupo de estudos:<br />
Duas cabeças pensam melhor do que uma. Muitos cursos de ensino a distância online podem juntá-lo ao outros alunos. Se não for o caso do seu curso, entre em contato com seu instrutor e peça a ele/ela que o inclua em algum grupo de estudos com outros alunos. Assim, seu grupo poderá se encontrar no mundo real, pela internet ou por telefone. Um grupo de estudos pode mantê-lo com a motivação alta. Mas é claro, isso não se compara a escolher organicamente seus colegas de estudos, assim como é feito nas universidades tradicionais, mas isso ainda pode valer a pena, tanto no âmbito acadêmico quanto social.</p>
<p>Recompense a si próprio:<br />
Você nunca é velho demais para uma recompensa. Prometa a si mesmo que se você alcançar suas metas de aprendizado dentro do tempo que você determinou, você se presenteará com aquela blusa que você queria ou com um ingresso para essa ou aquela apresentação. A motivação geralmente surge mais facilmente quando você visualiza uma compensação futura. Em longo termo, sua compensação será a graduação de seu curso, mas em curto termo, essas auto-recompensas são muito estimulantes. Ter algo a se esperar, irá muito provavelmente, mantê-lo dedicado.</p>
<p>Marie Field</p>
<p>Traduzido por Renato Vieira</p>
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		<title>MESTRADO A DISTÂNCIA, QUE CAMINHO SEGUIR?</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 13:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[AEC]]></category>
		<category><![CDATA[EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mestrado a Distancia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Educacional Cearense &#8211; AEC publica este artigo da Professora Dra. Terezinha Chaves que versa sobre caminhos a seguir no Mestrado a Distância. É um breve artigo, mas que nos leva a refletir sobre o assunto.  Caros colegas, Muito embora possamos iniciar os mestrados profissionalizantes, informo que ao sair para o emprego em Instituições privadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; line-height: normal" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman','serif'"><strong>A Associação Educacional Cearense &#8211; AEC publica este artigo da Professora Dra. Terezinha Chaves que versa sobre caminhos a seguir no Mestrado a Distância. É um breve artigo, mas que nos leva a refletir sobre o assunto.</strong> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; line-height: normal" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman','serif'"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; line-height: normal" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman','serif'">Caros colegas,<br />
Muito embora possamos iniciar os mestrados profissionalizantes, informo que ao sair para o emprego em Instituições privadas ou públicas somos indagados em relação ao reconhecimento de nossos diplomas (de nossos conhecimentos???).<br />
Os mestrados a distância existentes, no momento, são fontes de grandes conhecimentos, mas sem reconhecimento. A cultura ainda estabelecida no nosso Brasil é a medida de um diploma reconhecido por autoridade governamental. Assim, primeiro se pensa na regulamentação. Há dois caminhos a seguir:<br />
a) mudar a cultura do nosso mercado profissional em relação ao diploma (visando, de fato, mostrar as competências e habilidades de nossos conhecimentos, ou;<br />
b) proporcinar a regulamentação.<br />
Aposto para o mais imediato: na regulamentação que dependerá, apenas, de alguns dos meus colegas doutores.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman','serif'">Prof. Dra. Terezinha Rodrigues Chaves da Costa<o :p></o></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>MESTRADO A DISTÂNCIA E A CAPES</title>
		<link>http://www.aec.edu.br/blog/2008/01/mestrado-a-distancia-e-a-capes/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 13:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CAPES]]></category>
		<category><![CDATA[Mestrado a Distancia]]></category>
		<category><![CDATA[ABILIO AFONSO BAETA NEVES]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente da Capes]]></category>

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		<description><![CDATA[A AEC publica mais este artigo da Dra. Terezinha. Mestrado a Distância e a Capes versa sobre o pensamento da Capes em relação a este assunto. Mestrado a Distância tem gerado alguma polêmica e nota-se no mundo esducacional uma grande expectativa por sua regulamentação por parte da Capes. Esperamos que aconteça com brevidade.  Prezados, Estava a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A AEC publica mais este artigo da Dra. Terezinha. Mestrado a Distância e a Capes versa sobre o pensamento da Capes em relação a este assunto. Mestrado a Distância tem gerado alguma polêmica e nota-se no mundo esducacional uma grande expectativa por sua regulamentação por parte da Capes. Esperamos que aconteça com brevidade. </strong></p>
<p>Prezados,<br />
Estava a analisar a oferta dos cursos de mestrado a distância (semi-presenciais) ofertados no Brasil em parceria com Instituições de Ensino Superior brasileiras e me deparei analisando o seguinte texto:</p>
<p>INFORME CAPES Nº 04/2000</p>
<p>Brasília,11 de agosto de 2000.<br />
Prezado(a) Professor(a),</p>
<p>Diversos estabelecimentos estrangeiros, eventualmente conveniados com instituições nacionais vêm oferecendo, em território brasileiro, cursos de mestrado e doutorado semi-presenciais, conferindo diplomas como tendo sido obtidos no exterior.</p>
<p>O Ministério da Educação vê esta situação como uma séria ameaça ao espaço acadêmico nacional e que infringem a legislação vigente, estabelecida pela Resolução nº 001/97 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de<br />
Educação &#8211; CNE, que proíbe esta prática no País. Além disso, taisv procedimentos, via de regra, não garantem a necessária qualidade encontrada nos programas de pós-graduação brasileiros avaliados pela CAPES.</p>
<p>Ressalta-se também que esses estabelecimentos estrangeiros não explicitam as condições de oferecimento do curso em seus diplomas e históricos escolares, prejudicando enormemente a revalidação dos diplomas efetivamente obtidos<br />
através de programas de pós-graduação realizados no exterior. A responsabilidade pelo reconhecimento dos diplomas de pós-graduação &#8220;stricto sensu&#8221; emitidos por estabelecimentos estrangeiros é das Universidades<br />
brasileiras, que possuam programa de pós-graduação na área respectiva e emita diploma com validade nacional (LDB, Art. 48, parágrafo 3º; portaria do Ministério da Educação 132/99). Assim sendo, sugerimos que sejam tomadas<br />
todas as medidas necessárias ao esclarecimento sobre as condições em que o curso foi oferecido e que corresponde ao diploma apresentado.</p>
<p>A CAPES, após inúmeras tentativas de diálogo com esses estabelecimentos estrangeiros, viu-se obrigada a suspender a concessão de novas bolsas de estudo para os estabelecimentos abaixo relacionados. Esta medida visa<br />
assegurar aos bolsistas brasileiros hoje estudando nessas instituições, que o título obtido após o esforço desprendido por eles no rigoroso processo de<br />
seleção, bem como ao longo do cumprimento de todo o programa de doutoramento, não seja nivelado ou comparado aos diplomas estrangeiros obtidos em cursos semi- presenciais irregulares oferecidos por essas instituições no Brasil.</p>
<p>A relação provisória, sujeita a alterações, por país, desses<br />
estabelecimentos encontra-se a seguir:<br />
- Cuba: Universidade de Havana;<br />
- Espanha: Universidade de Extremadura, Universidade de Múrcia, Universidade<br />
de León, Universidade Pontifícia de Salamanca, Universidade Complutense de<br />
Madri, Universidade Politécnica de Madri, Universidade das Ilhas Baleares,<br />
Universidade de Santiago de Compostela, Universidade de Barcelona,<br />
Universidade da Corunha e Universidade Autonôma de Barcelona;<br />
- França: Universidade de Limoges, Universidade de Marselha e Universidade<br />
de Ciências Empresariais e Sociais;<br />
- Portugal: Instituto Intercontinental Universitário, Instituto Superior de<br />
Psicologia Aplicada, Universidade Fernando Pessoa e Universidade<br />
Internacional de Lisboa</p>
<p>A CAPES, como sempre, permanece aberta ao diálogo com esses estabelecimentos de modo a construir acordos consistentes e coerentes de cooperação acadêmica e que atendam às exigências da legislação brasileira.</p>
<p>Cabe ainda informar, que tais medidas em nada prejudicam os bolsistas da CAPES que atualmente realizam seus doutorados nos estabelecimentos acima relacionados, de acordo com as normas dos Programas do Exterior dessa Agência.</p>
<p>No mais, contamos com o apoio de todos os membros da comunidade acadêmica nacional na defesa da manutenção do reconhecimento internacional e da qualidade da Pós-Graduação brasileira.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>ABILIO AFONSO BAETA NEVES<br />
Presidente da CAPES-MEC</p>
<p>Abre aspas Profa. Terezinha: &#8220;se estamos com um canal de diálogo aberto para Instituições com convênios com Instituições estrangeiras. Assim, me pergunto e luto por um espaço nacional: Porque não ofertamos os mestrados a distância integralmente nacionais e reconhecidos pela capes?<br />
Há de se lutar por uma portaria que regulamente tudo isso urgentemente&#8221;.<br />
Tenho dois doutorados: um deles formei minha conciência e desenvolvi tese em torno da educação a distância, mostrando uma tese de viabilidade para EAD.<br />
Ressalto, que no desenvolvimento de um curso a distância o aluno passa a desenvolver seu espaço conginitivo de auto aprendizagem, através da orientação de um tutor. Assim, reflito: essa é a mesma metodologia usada para o desenvolvimento pessoal e de conhecimento num curso de pós-graduação strictu sensu presencial. Há de se esperar a regulamentação&#8230;<br />
Precisamos acordar para o desenvolvimento e apostar da disseminação do conhecimento qualificado e titulado para nossa sociedade.</p>
<p>Prof. Dra. Terezinha Rodrigues Chaves da Costa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MESTRADO A DISTANCIA</title>
		<link>http://www.aec.edu.br/blog/2008/01/mestrado-a-distancia/</link>
		<comments>http://www.aec.edu.br/blog/2008/01/mestrado-a-distancia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 01:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mestrado a Distancia]]></category>
		<category><![CDATA[AEC]]></category>
		<category><![CDATA[CAPES]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>

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		<description><![CDATA[A AEC publica este artigo sobre Mestrado a Distancia de autoria de sua Diretora Presidente Terezinha Rodrigues Chaves da Costa, devido a grande procura sobre o assunto nas mensagens que a AEC vem recebendo dos usuários de nosso site. É um tema de grande interesse e esperamos com esta iniciativa esclarecer muitas dúvidas de nossos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A AEC publica este artigo sobre Mestrado a Distancia de autoria de sua Diretora Presidente Terezinha Rodrigues Chaves da Costa, devido a grande procura sobre o assunto nas mensagens que a AEC vem recebendo dos usuários de nosso site. É um tema de grande interesse e esperamos com esta iniciativa esclarecer muitas dúvidas de nossos alunos e colaboradores, assim como de todos os usuários da internet. </p>
<p align="center"><strong>MESTRADO A DISTÂNCIA: UM DIFERENCIAL</strong></p>
<p>            A maioria dos professores que trabalham do ensino médio ao ensino superior hoje, século XXI, dezembro de 2007, ainda não dispõe de possibilidade de cursar um mestrado. O mestrado a distância oportunizará flexibilização de tempo para o estudo e desenvolvimento do conhecimento com concentração de pesquisas via internet visando qualificação e formação.</p>
<p>            O Ministério da Educação &#8211; MEC precisará despertar e desenvolver políticas governamentais junto a CAPES para proporcionar o desenvolvimento do mestrado a distância, pois assim, mais periódicos científicos e participação em congressos especializados serão intensificados nas suas respectivas áreas de conhecimento, além disso a formação da pós-graduação strictu sensu a distância favorecerá mais velocidade com bons parâmetros de qualidades de troca de idéias e experiências.</p>
<p>            Muito embora seja a distância, a formação para o mestrado continuará qualificando cientificamente profissionais a exercer funções por meio da pesquisa científica e a pesquisar soluções inovadoras e criativas para os desafios da vida profissional. Assim, teríamos praticamente bons resultados divulgados em publicações especializadas, incrementando o potencial de pesquisas.</p>
<p>            Para o mestrado a distância a logística será calcada num pólo central de universidades e disporá de salas de estudo e de leitura, laboratórios de informática com acesso à Internet banda larga e <em>lounge </em>para atividades sociais, assinaturas de diversos periódicos, acesso aos bancos de dados mais consultados do mundo, além de um contínuo processo de <em>benchmarking </em>internacional mantendo os alunos atualizados sobre a produção acadêmica e as estratégias de mercado, no Brasil e no mundo.</p>
<p>            Todas as salas de aula terão pontos de conexão à rede interna e acesso à internet. Os laboratórios de informática possuirão as mais modernas ferramentas e <em>softwares </em>para desenvolvimento de conhecimentos. Os alunos serão orientados por professores, assim como ocorre normalmente nos mestrados presenciais. A orientação da pesquisa se tornará mais dinâmica com uso dos meios tecnológicos.</p>
<p>            Na biblioteca, virtual, os alunos poderão consultar a mais completa base de dados de negócios, <em>Business Source Elite</em>, que fornece o texto completo de aproximadamente 1.100 títulos de periódicos, incluindo cerca de 500 publicações analisadas por especialistas. As informações serão atualizadas diariamente por um banco de dados<em> </em>e poderão ser acessadas da casa do aluno mediante senha e login.</p>
<p>            Infere-se, portanto, que a oferta de mestrado a distância possibilitará a todos (professores e alunos) a oportunidade de ampliar seus horizontes profissionais e de vivenciar a experiência de um campus de universidade com parâmetros lógicos para seu aprendizado.</p>
<p>            Num mercado globalizado e competitivo o mestrado terá quer ser socializado a classes menos majoritárias financeiramente, sendo esta, uma experiência que trará ao contexto profissional das classes C e D possibilidades de valorização curricular, trocas de experiências internacionais, abrindo novas perspectivas para a qualificação e desenvolvimento humano.</p>
<p>            Num mercado de trabalho globalizado e competitivo, no qual os desafios são cada vez maiores, uma experiência internacional para o mestrado, valorizará o currículo, abrindo novas perspectivas no exercício da docência.</p>
<p>            Cita-se portanto,  nessa perspectiva de implantação do mestrado a distância, algumas vantagens conforme segue: troca de experiências profissionais, ampliação do <em>networking, a</em>cesso à biblioteca à base de dados nacionais e internacionais com muito mais publicações através de comunidade <em>On-Line.</em></p>
<p>            A participação do mestrado ocorrerá com apresentação de documentação necessária assim como ocorre no ensino presencial. A distância o mestrado terá regimes de estudos integral e parcial. Alunos em regime integral deverão cursar três disciplinas por período. No regime parcial os alunos deverão cursar duas disciplinas. Cada disciplina corresponde a 45 horas de aulas a distância com dois encontros presenciais para apresentação de seminários. Cada disciplina tem uma aula por semana, que pode ser realizada de segunda a quinta-feira, sempre no mesmo dia, de 18h30 às 22h. Eventuais aulas presenciais e monitorias acontecerão na sexta-feira à noite ou sábado pela manhã. Desta forma, a cada período letivo o aluno tem flexibilidade para definir o seu horário de acordo com os seus interesses acadêmicos, o seu regime de estudo, a oferta de disciplinas, e a correspondente carga horária. Para obter o título de Mestre, o aluno deve ser aprovado em todas as disciplinas obrigatórias e em pelo menos quatro disciplinas eletivas. É preciso ter coeficiente de rendimento igual ou superior a 7,0 em todo o curso. A apresentação de um Projeto de Dissertação de Mestrado também é indispensável. Após sua aprovação, o aluno deverá defendê-lo em seminário, perante uma comissão julgadora composta por membros qualificados.</p>
<p>            E então? Por que não realizarmos os mestrados a distância?</p>
<p>Profa. Terezinha Rodrigues Chaves da Costa</p>
<p>Diretora presidente da AEC</p>
<p>Doutora em Educação a Distância.</p>
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