Arquivo de outubro de 2007

Você conhece o que é educação a distância?

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

A educação a distância, conforme o decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, está estabelecida como sendo uma modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica (professor-aluno) nos processos de ensino e aprendizagem, ocorrem com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos. Em suma, não é tão distante como se fala. Neste caso, se estuda muito pois, há muitos conteúdos com qualidade e livros que motivam para a leitura. Significa aprender mais em tempos diversos. Ë importante que o aluno que vai cursar sua Faculdade conheça todas características do EAD, portanto aqui em Sobral dispomos de uma aula modelo para quem quer experimentar esse conhecimento a mais. Prepare-se para conhecer muito mais, agendando um horário no fone (88) 36142007 das 17:30 às 22:00h de segunda a sexta-feira. O desafio de educar-se a distância é grande, por isso o Ministério da Educação estabelece referenciais de qualidade de Educação a Distância (EAD) para a autorização de cursos de graduação a distância. Assim, seguindo os parâmetros exigidos pelo MEC temos o objetivo de orientar alunos, professores, técnicos e gestores de instituições de ensino superior para que possam usufruir dessa forma de educação de qualidade, possibilitando ganhos positivos para os processos educacionais. A meta principal será estabelecer práticas de qualidade nos projetos e processos de educação superior e garantir continuamente melhorias na criação, aperfeiçoamento, divulgação de conhecimentos culturais, científicos, tecnológicos e profissionais, contribuindo para superar os problemas regionais e para o desenvolvimento sustentável dos seres humanos, sem exclusões, nas comunidades e ambientes em que vivem, possibilitando ser um diferencial para o mercado de trabalho.

Autora: Profa. Dra. Terezinha Rodrigues Chaves da Costa

Educadora.

Por que educação a distância?

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

O Ensino a Distância, EAD, vem trazer benefícios para quem quer desenvolver sua capacidade de autoaprendizagem.  Assim, o aluno faz seu próprio planejamento pessoal. Reitera-se, que através de Educação a Distância não há necessidade o aluno estar no mesmo ambiente físico que o professor e os demais alunos, ou fazer as aulas no mesmo horário. O aluno não precisa necessariamente sacrificar horário de trabalho ou da família. Ninguém perde aulas. O aluno poderá rever ou refazer as aulas quantas vezes quiser. Assim, se configura maior tempo de estudo. O professor em seu conteúdo e didática também, poderá ter maior qualidade de apresentação e síntese, pois poderá rever seus conteúdos tantas vezes quanto precisa para ser melhorado, inclusive colaborativamente, incorporando a inteligência de ensino de vários autores e também, em várias versões, os feedbacks dos alunos.

Um aspecto a ser considerado para EAD é a disciplina do aluno: pode-se argumentar que no ensino presencial os alunos tendem a estar mais comprometidos, há pessoas que inclusive preferem o presencial para terem mais disciplina. Talvez, a pergunta mais essencial aqui seja: se uma pessoa está fazendo um estudo sem motivação suficiente para fazê-lo, por que o faz?

Precisamos motivar nossos alunos a leitura, ao conhecimento a busca de melhorias de vida, evitando a não-percepção de progresso e do desenvolvimento.

Acesse http://aec.edu.br e tire suas dúvidas.

Educação a Distância e material didático: uma necessidade de leitura

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

O surgimento de novas tecnologias como meio para o exercício da didática vem possibilitar uma melhor comunicação entre aluno e professor.  O saber ler no mundo de hoje é complexo. Atualmente, muitos leitores estão sendo desafiados por um novo tipo de leitura proporcionado pela navegação em hipertextos, no qual as informações são apresentadas por meio de uma rede de internet com links, que podem ser livremente acessados. Esta problemática nos levou a investigar o processo de leitura apoiado em suporte virtual realizado por alunos e professores em alguns cursos a distância, com vista a determinar suas dificuldades, vantagens e desvantagens. A pesquisa evidenciou que esses alunos e professores dos cursos estavam inseguros na navegação hipertextual, pois, constatamos a predominância da leitura linear. Para eles, os links foram vistos como obstáculo à leitura. A grande maioria dos respondentes registrou sua dificuldade de organizar as idéias e quase todos sentiram necessidade de imprimir os textos, destacando assim, a importância que o material impresso ainda apresenta nas situações de aprendizagem. Embora, os respondentes da pesquisa tivessem dificuldades com o hipertexto, ficou configurado que esta modalidade de leitura é muito prazerosa e rica em informações, permitindo aliar som, imagem e escrita. A grande desvantagem apresentada refere-se ao fato de que esta é demorada, exigindo novas habilidades leitoras. Convido aos leitores a passarem por uma experiência na Internet: navegar em links nos assuntos de sua formação e procurarem serem motivados para ler, pois afinal de contas a leitura é uma grande fonte de aprendizado.

Quer conhecer EAD? Envie sua pergunta.

Profa. Dra. Terezinha Rodrigues Chaves da Costa

Educadora.

A influência das Tecnologias Educativas na formação de pessoas

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Traçar um perfil profissional é sempre um desafio, especialmente quando se procura delinear uma atuação no futuro, quando o exercício profissional ainda não ocorreu. Mais fácil é descrever o perfil daqueles que foram nossos professores, pois vivemos no cotidiano escolar a forte presença dos saudosos mestres.

Para uma visão conservadora, o perfil profissional a ser formado é aquele que corresponda aos traços observados naqueles que nos ensinaram. Arriscaria afirmar que o professor formado sob essa ótica é a soma de profundos conhecimentos sobre os diversos momentos do processo de ensino.

Mas, o que há de novo? A Ciência tem evoluído com maior velocidade e as teorias nascem em intervalos menores de tempo. De Comenius a Herbart a teoria esperou por quatrocentos anos para uma mudança paradigmática. Entretanto, do início do Século XX até os dias atuais as mudanças teóricas ocorreram de forma muito veloz. Comportamentalistas, Cognitivistas e Humanistas apresentaram novas formas de ensinar e buscaram explicar, cada um a seu modo, como se dá a aprendizagem.

Ao mesmo tempo em que teóricos anunciavam suas descobertas no campo educativo, a sociedade tem-se aproximado do que McLuhan chamou de “aldeia global”, rompendo o isolamento provocado pela distância entre povos e comunidades, usando para isso meios de comunicações de massa, que informam e entretêm pessoas em tempo real.

Nesse cenário, ao professor de qualquer nível de ensino é exigido possuir novas competências, a tornar-se um profissional de ofício, além de ser um sacerdote do magistério. A Escola não pode mais estar alheia a modernidade, aos avanços tecnológicos. Exigem-se novas posturas e atitudes do profissional do ensino. Não basta somente o saber erudito. Não basta mais o conhecimento de algumas teorias de ensino. Não basta ser um repositório de conhecimentos sistematizados. O foco deslocou-se do conteúdo acumulado pelo professor para a aprendizagem do aluno. Isto é, o centro das teorias educativas deslocou-se do binômio conteúdo-professor para o aluno, que aprende e aprende a aprender. Ao professor cabe um papel coadjuvante, facilitando a aprendizagem, sem necessariamente exercer o papel daquele que ensina.

Assim, o professor mediatiza o processo entre aprendiz e o conhecimento sistematizado.

É inegável o valor das tecnologias educativas como instrumento a serviço da Educação. A fotocopiadora, o vídeocassete, a televisão, o rádio, o projetor de slides, o retroprojetor eo satélite são exemplos de tecnologias educativas de uso corrente nas salas de aulas. Isso é Educação a Distância ou ensino semipresencial.

A essas tecnologias juntou-se o computador, o projetor multimídia e as tecnologias da informática que aumentam o potencial do professor na prática pedagógica, mas não o substitui.

Uma palestra, conferência ou apresentação de um tema qualquer podem ser realizadas com o projetor de multimídia conectado a um computador com o software apropriado. O emprego da multimídia numa situação dessas, aumenta a atenção do público, motiva pela novidade, cores, sons e imagens integradas. Enriquece o conteúdo a ser apresentado, valorizando o palestrante, conferencista ou apresentador.

Assim, a Educação a distância vem ser um diferencial para quem quer aprender e desenvolver sua autonomia. Não é difícil, mas melhor de entender. Compare: um vulcão em erupção pode ser apresentado ao vivo, em tempo-real, aos alunos da disciplina sem que seja necessário deslocar-se até a região onde o fato está ocorrendo, a um simples clicar do mouse.

Pode-se, também, com as tecnologias da informática elaborar uma aula, armazená-la num local distante e a qualquer tempo, de qualquer lugar com acesso à Internet, os aprendizes interagirem com o material disponível e aprenderem. Realizando novas formas de comunicação e interação, pode-se constituir grupos de estudos entre alunos remotos, conversar com o professor-produtor da aula, esclarecer dúvidas com tutores(professores orientadores), orientadores ou monitores. Enfim, levar o ambiente de aprendizagem para o aluno desenvolvê-lo com autonomia.

O professor recém-egresso da licenciatura deve ter em seu perfil profissional as competências necessárias ao emprego sistemático e eficaz das tecnologias educativas, mesmo que a escola onde trabalhará no início da carreira não possua tais facilidades tecnológicas. O futuro ainda não chegou, está sendo construído agora, no presente. Logo, temos que estar preparados para viver nesse novo cenário educacional, e mesmo, nos futuros cenários que nenhuma idéia temos sobre eles, pois ainda estão por vir. Não podemos formar profissionais para a escola do Século XXI, descontextualizados da realidade que os esperam.

O bom senso indica que é urgente planejar ações visando erradicar o “analfabetismo tecnológico” entre os professores. Por outro lado, existe uma significativa massa de profissionais que superaram a barreira do analfabetismo digital e necessitam de obter fluência tecnológica para operarem com tecnologia digital e suas redes. O estabelecimento do equilíbrio entre os dois extremos é tarefa para os formadores de professores. A ação tem um locus ideal para ocorrer: nas Instituições de Ensino Superiores.

Autora: Profa. Dra. Terezinha Rodrigues Chaves da Costa

Educadora.